Carla Afonso

PNL, uma história de detectives … privados

Por Carla Afonso em Setembro de 2012

Tema Opinião / Publicado na revista Nº 11
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As mudanças verdadeiras e duradouras acontecem dentro de nós, antes de se manifestarem externamente, nas nossas vidas, nas nossas famílias e nas nossas carreiras. A Programação Neuro Linguística fornece-nos um conjunto de princípios e de técnicas de empowerment que nos ajudam a atingir o nosso potencial máximo. Atreva-se a conhecer o muito que esta atitude de streching pessoal pode fazer por si e prepare-se para se surpreender com os resultados.

Qual é a diferença que faz a diferença nos nossos desempenhos diários?

O que nos move? O que nos paralisa?

Até que ponto já estamos alinhados com a nossa Missão, com o nosso Propósito de vida?

Qual é o papel que queremos ter no Mundo? Que lugar actualmente ocupamos? Quão distantes ainda estão estes dois pontos, um do outro?

Que impacto queremos ter?

Como podemos ser cada vez mais nós próprios, com integridade, coerência e consistência?

As respostas a estas e a muitas outras perguntas deste calibre podem ser-nos reveladas pela Programação Neuro Linguística, uma “arte/ciência” nascida nos Estados Unidos nos anos 70, cujo propósito em sido o estudo aprofundado da experiência subjectiva humana.

Graças aos seus extraordinários resultados no desenvolvimento pessoal, social e profissional, continua em franco desenvolvimento pelo mundo fora, sendo previsível que este crescimento se multiplique cada vez mais e floresça, onde quer que haja alguém interessado em melhorar a sua vida, de dentro para fora.

“Pré-ocupada” com o aumento da tomada de consciência individual e consequente autoconhecimento, ambos fundamentais num processo de mudança efectiva, ela ajuda-nos a sair do piloto automático em que andamos sempre que reagimos a algo de forma inconsciente, para passarmos a assumir o papel de arquitectos da nossa realidade. Por esse motivo, digo muitas vezes aos participantes dos meus cursos, que o estudo desta área pode ser desconfortável para “estômagos fracos”.

Eu explico melhor. Há imensos ganhos secundários em mantermos “fora” de nós a origem de tudo aquilo que nos acontece. “Foi o meu pai ou mãe que não me deixaram…”; “Como o país que não me apoiou, não pude…”, “O governo impede-me de…”, ou “Se ao menos o meu patrão fosse mais compreensivo, então, sim, eu poderia...”, e outras tantas afirmações auto-limitadoras deste tipo povoam o nosso quotidiano. São apenas algumas das desculpas que damos a nós próprios para nos mantermos estagnados, nos sentirmos vítimas e impotentes.

É claro que temos que lidar muitas vezes com condições altamente desfavoráveis; elas podem realmente existir e constituir um obstáculo duro a ultrapassar. No entanto, para a PNL, mais do que “aquilo que nos acontece”, interessa “o que nós fazemos com aquilo que nos acontece”. Isto envolve responsabilidade pessoal, foco nas nossas metas, resiliência, flexibilidade e uma atitude pessoal de melhoria contínua. Para nos sabermos colocar do lado da Causa e não do Efeito, precisamos de primeiro ter feito um processo de introspeção, uma espécie de exercício de arqueologia interna, digno de uma investigação de detectives. Tão privados, tão privados, que somos nós mesmos os investigadores!

Quantas vezes já demos connosco a querer atingir resultados diferentes, fazendo as coisas exactamente da mesma maneira que tem produzido aquilo que não nos serve mais? Quantas vezes já nos vimos enrodilhados em velhos padrões de comportamento, repetindo a nossa “ineficácia” como se ela fosse a nossa única hipótese?

Promover a flexibilidade, para que possamos ampliar as nossas escolhas e potenciar resultados, tem sido uma das grandes forças motrizes da PNL e uma das principais razões para o seu sucesso. Graças aos seus inúmeros ensinamentos e técnicas, algumas delas altamente terapêuticas, e todas elas ao alcance de todos nós, muitos dos seus praticantes têm alcançado francas melhorias nas suas relações pessoais, familiares e amorosas, desenvolvido as suas carreiras e realizado projectos de vida inspiradores.

Como dizia Ghandi, “seja a mudança que ver acontecer à sua volta”. Com a PNL pode fazê-lo de forma mais fácil e congruente com a sua verdadeira essência.

Carla Afonso


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